outros rios


mar de dentro
murro selvagem

coragem e afago
da mesma ira

átomos da sede
crispando invernias

mundo
de insumos futuristas
ancorados no ar (

digo)

no bar

(ls – poema vermelho)


O COROAMENTO DO SIMPLES
Fiquei pensando, ontem, o que seria aquele momento no bar do JM, no bairro dos Bancários. Noite adentro com Adriana, Dario, Carol, Socorro e Alessandro Tchê. Uma cena comum de amigos tomando uma pra celebrar até mesmo as amarguras. Detalhe: todas as atenções eram para a TV Globo, onde em instantes nosso amigo Tchê iria representar Chacrinha dos 19 aos 30 anos. Muita gritaria nas cenas! Muita alegria com o sucesso do amigo. Parabéns, Tchê!

MINHA LESÃO
Ando largando levemente a minha mão nos teclados. Por esses dias, por conta de uma LER (Lesão Por Esforço Repetitivo), tenho vindo pouco ao mouse e ao teclado buscar outros passos.

ILIMITES
Estamos sempre na medida do erro. A vida está sempre na medida da morte. A soberania está sempre na medida da mais profunda escravidão. Por isso não é a distância entre o sim e o não que impedem a serenidade dos rios que correm, com águas sobrepostas num mesmo transbordar...

SANDINO
Não penso mais em revolução. Jovens de arma na mão recuperando a dignidade da própria raça. Não me iludo mais com bandeiras vermelhas e mesmo estrelas, foices, martelos... fico colhendo na memória do mundo, frases que indicam caminhos. Como a de Augusto César Sandino: “não me rendo, não me vendo. Tenho de ser vencido.” (Então, me ponho a caminhar)

Comentários

Clarissa Marinho disse…
"(Então, me ponho a caminhar)"
Feito aquela propaganda,a do whisky,que diz as seguintes e sábias palavras:Keep walking(Continue a caminhar).
;*
Anônimo disse…
melhore da LER, painho :) te amo
ass. nana
Fiquei encantada com a participação de Tchê no especial- e como Chacrinha era pernambucano, pra mim, uma emoção a mais. Editei uma entrevista dele pra o JPB e me impressionou como ele pareceu tímido!
beijos!
Ah! estou de volta pra meu bloguinho e prometo não abandoná-lo mais!!! =)
Sonhos Crônicos disse…
Mar de Cercos
E ventos selvagens
talhando versos
Nos verbos de pedra
Dina disse…
Tou com mó enxaqueca, Lau. A visão tá tão turva, que só consigo ler a metade direita das sentenças (na outra, só vejo manchas dançantes arroxeadas). Daí, creio que não sou boa entendedora, senão meia sentença bastaria. Este comentário provavelmente mudará a história do mundo.
Renata!!! disse…
Ahh, parabens p/ Tche!

Eu penso em revolução...mas eu penso demais...ai..apenas escrevo, coisas que talves nunca sejam lidas!

Beijinhos

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