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sábado, 25 de setembro de 2010

grafite







morrer é quase
um imprevisto



morro sempre
quando penso
que não existo



(poema do terceiro livro, Sem Meias Palavras. Ed. Idéia-PB, 2002)



POESIA SEM PELE
Quem anda paralisado totalmente é o meu futuro livro, Poesia Sem Pele. Pretendia lançá-lo no final do ano, mas não estou mais achando possível. Estou com profundas dúvidas quanto às possíveis soluções para alguns dos poemas e quanto a mesmice dos poemas. A mesmice é o que menos importa porque nunca pretendi, realmente, escrever algo inovador. Sempre quis escrever e pronto. Para finalizar, o arquivo está no HD do meu computador, pifado há mais de mês devido a minha falta de tempo de levá-lo para a assistência técnica. Vou retomá-lo assim que puder e transmitir por aqui os próximos passos. Na verdade, também estanquei a escrita. Escrevo pouco ultimamente, como se estivesse a procura das palavras... (E estou.)

RECADO DO NERES

Na postagem anterior recebi o seguinte recado do poeta paulista José Geraldo Neres: "amigo lau siqueira chegou do méxico a revista POSDATA, com poemas seus e ensaio do martin palacio.uma edição dedicada a poesia brasileira; contando com você, donizete galvão e roberto piva, foi editada no ano passado. parabéns e abraços." Realmente, eu ando muito vaidoso. Mas... enfim, aconteceu.

A ÂNSIA DAS PALAVRAS
Tenho vivido profundamente uma verdadeira ânsia de palavras. Considerando, logicamente, que as de doma fácil, não interessam. Nos últimos (tantos) dias sequer experimento o poema. Na verdade, a vida vai sendo impulsionada pelo acaso e vou me equilibrando nos argumentos dispersos de quem acredita que o mundo existe dentro de cada palavra. Vou mais uma vez para o mergulho como quem responde ao silêncio. Ou como quem não se esconde do espanto.



FRAGMENTO DE EDGAR MORIN
“Há três séculos, o conhecimento científico não faz mais do que provar suas virtudes de verificação e de descoberta em relação a todos os outros modos de conhecimento. É o conhecimento vivo que conduz a grande aventura da descoberta do universo, da vida, do homem.



(Do livro Ciência com Consciência, de Edgar Morin, publicado pela Bertrand Brasil)

3 comentários:

susannah disse...

ânsia de palavras... como vc se engana! fez poesia ao pensar sobre isso... olhe lá: "Vou mais uma vez para o mergulho como quem responde ao silêncio. Ou como quem não se esconde do espanto."

onde estão seus olhos, pele e ouvidos?

Bjs!

Valeska Asfora disse...

...
Quis comentar...
Não encontrei as palavras...

Gabi disse...

Olá!

Achei seu blog, gostei muito dos poemas... Adicionei nos meus links favoritos. Também tenho um blog voltado à expressão artística, além de outras reflexões. Dá uma passadinha lá no meu e, se gostar, link tb ;)

www.mel-e-fel.spaceblog.com.br

Abraços e parabéns pelo talento