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sábado, 8 de junho de 2013

EXISTIR


a vida
é um espetáculo
denso

só existo
quando penso


(poema inédito)


POESIA SEM PELE – Lancei meu livro Poesia Sem Pele no dia 05 de maio de 2011 na Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre. Lentamente fui espalhando, seja pelo facebook (onde vendi uns bons livros), seja em eventos como o Programa de Incentivo à Leitura na Escola -  PILE, na terra de Augusto dos Anjos (Sapé-PB). O fato é que já me restam poucos dos 1.000 exemplares da edição. Acho que a partir de agora, quem quiser o livro deve solicitar na Sapere Audi-Livros, em Porto Alegre. O link para a Sapere está na capa dos livros expostos aqui no Poesia Sim.

PROJETOS LITERÁRIOS – Estou com um livro pronto sendo avaliado por uma editora (a pedido) e organizando poemas de todos os meus livros para uma edição de POEMAS ESCOLHIDOS, em troca do que me propôs o poeta Frederico Barbosa para publicar todos os meus livros em uma mesma edição. Uma espécie de OBRAS In’COMPLETAS. Agora decidi também entrar num outro projeto, com os poetas e editores Adriano Nunes (AL) e Carmen Pressoto (RS). A idéia é ter material suficiente para mais um livro novo até janeiro de 2014.

SUPLEMENTO DE MINAS – Gostei de ter sido lembrado para uma edição do Suplemento Literário de Minas Gerais, sobre a poesia brasileira contemporânea. Um recorte no qual eu deveria estar estar fora por ultrapassar a idade. Poetas de todo país e eu lá, com a bandeira de Jaguarão numa mão e da Paraíba em outra.  Já saiu a edição impressa. Qualquer dia chega lá em casa. Minha gratidão ao poeta e crítico Fred Barbosa pela disposição de divulgar “minhas indigências poéticas”. (“minhas indigências poéticas é uma ironia do saudoso poeta cearense Francisco Carvalho).

COLETÂNEA DE POESIA GAÚCHA CONTEMPORÂNEA – Uma edição generosa - de cinco mil exemplares - foi o presente que a Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul deu ao povo gaúcho. O escritor Dilan Camargo oranizou a edição que reúne 91 poetas gaúchos contemporâneos. Gostei de ver minha poesia neste projeto.

DIGRESSÃO DAS
MÁS-LÍNGUAS



tudo que é súbito 
um dia vira nuvem

vertigem do ar
no cerco da terra

motivos 
da guerra

no medo
comum

(poema inédito)

2 comentários:

Jorge Santos disse...

o tempo do relógio torto

a ultima palavra pronunciada na hora errada
o som do desassossego previamente ouvida
parecia tudo normal
quando o normal é a realidade de um louco
o louco não é visto como um tal
mas sua insipida consciência
transtornada tira-lhe o sono
seu desejo insaciável
sua agonia
faz virar-lhe o dia
em claro
so
no escuro da sua essência
caiu
partiu o coração
ao saber da sua realidade metamorfósica...

visite meu blog http://poemaorg.blogspot.com.br/
abrç

Jorge Santos disse...

o tempo do relógio torto

a ultima palavra pronunciada na hora errada
o som do desassossego previamente ouvida
parecia tudo normal
quando o normal é a realidade de um louco
o louco não é visto como um tal
mas sua insipida consciência
transtornada tira-lhe o sono
seu desejo insaciável
sua agonia
faz virar-lhe o dia
em claro
so
no escuro da sua essência
caiu
partiu o coração
ao saber da sua realidade metamorfósica...

visite meu blog http://poemaorg.blogspot.com.br/
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