aos predadores
da utopiadentro de mim
morreram muitos tigres
os que ficaram
no entanto
são livres
(do meu segundo livro, O Guardador de Sorrisos)
OS PREDADORESO poema acima é, seguramente, o meu poema mais divulgado. Infelizmente já pude encontrá-lo algumas vezes sem qualquer referência ao meu nome. Infelizmente algumas pessoas disseminam textos pela net (e fora dela), sem a referência autoral (e editorial) ou com a referência alterada. Uma vez encontrei, por acaso, esse poema numa coluna-besteirol da revista
Metrópole, de Campinas (SP). Estava escrito como se fosse uma “frase” (
veja!) e sem o meu nome. Entrei em contato e a moça se retratou e corrigiu o equívoco. Uma amiga chegou a recebê-lo, vindo de Portugal, também anonimamente. Por isso volto a publicá-lo aqui periodicamente, para retomar sua memória e sua simbologia pros meus caminhos na poesia.
DELETAR O POEMARasgar o escrito. Ou sobre ele cometer muitos riscos. Quantos poemas ruins você escreveu hoje? Todo dia me pergunto. Para que se…
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